The potato harvest

As far as potato crops go ours could be considered a failure. We got out roughly what we’d put in the ground a few months ago and even then the potatoes we harvested were teeny-tiny. And no, they wouldn’t have grown anymore had they stayed in the ground for longer. As it happens, we have a wonderful back garden but because there are many mature trees in it the sun doesn’t shine much in there. The vegetable bed is in a quite shady spot for most of the day and all the potatoes, tomatoes, garlic, parsley and flowers we planted suffered terribly from the lack of light.

Despite the fact that we ate the whole crop in one meal it was a great experience to have grown even a little bit of the food that we eat. There’s something very especial about growing your own food. The connection with the earth and natural phenomena, to observe the plant growing, the anticipation and the harvest all raise our awereness of how much work and care goes into the food we eat. And to experience this is particularly valuable for children (plus they have so much fun!). Not to mention the changes in our attitude in what regards food wastage. Even if we think we don’t, we do actually take for granted the variety and abundance of food most of us have access to nowadays and can hardly imagine how it would be if our lives depended on what we grew! We, for one, wouldn’t last this coming Canadian winter !

P.s. It looks like we’re going to have five tomatoes. If they ripe at all, that is…

 

Harvesting potatoes

Harvesting potatoes

Harvesting potatoes

Harvesting potatoes

 

No que diz respeito a plantação de batatas, a nossa foi um fracasso. A gente colheu mais ou menos a mesma quantidade de batatas que a gente plantou há uns meses atrás e ainda assim as batatas eram micro. O que acontece é que o nosso jardim é maravilhoso, mas como tem muitas árvores já maduras o sol quase não chega no chão. O horta fica na sombra a maior parte do dia e todas as batatas, tomates, alho, salsa e flores que plantamos foram afetadas pela falta de luz.

Apesar de termos comido toda a nossa colheita em uma só refeição a experiência de se plantar uma fração do que a gente come foi impagável. Há algo muito especial no ato de se plantar a própria comida. A conexão com a terra e os fenômenos naturais, observar a planta crescer, a antecipação e a colheita trazem a nossa atenção a quantidade de trabalho e cuidado que a comida que a gente come requer. Na minha opinião, isso tem um valor inestimável para as crianças e por essa razão a gente sempre inclui as nossas no processo (fora que elas se divertem a vera!). Outro aspecto valioso dessa experiência  é a mudança de atitude em releção ao desperdiço de comida. Mesmo que a gente diga que não, a gente aceita como uma coisa natural a abundância e variedade de comida as quais a maioria de nós tem acesso nos dias de hoje e nem imagina como seria se a nossa vida dependesse do que a gente planta. Nós, por exemplo, não sobreviveríamos ao inverno canadense!

P.s. parece que vamos colher cinco tomates, se é que ele vão mesmo amadurecer.

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